Reinaldo Gottino mais que satisfeito: "Estou realizando um sonho nesse momento, trabalhando na CNN"

Sobre Gabriela Prioli, Gottino diz que ambos aprenderam com tudo o que aconteceu e seguem trabalhando na mesma emissora

O jornalista e apresentador da CNN Brasil, Reinaldo Gottino, deu uma entrevista exclusiva ao nosso blog.

Em um papo mais que descontraído - confesso que em um primeiro momento nos 'estranhamos' em relação a eu afirmar em uma das minhas perguntas, ele ser bolsonarista, queria arrancar do mediador qual era de fato sua preferência política. Não obtive sucesso! Ele me deixou na dúvida, foi firme com a sua imparcialidade, não deixou vazar um resquício sequer, e vamos continuar sem saber sua preferência política, meu caro leitor.

Mas isso não é fato tão relevante para o FeFala. A gente pergunta, faz parte. Obtivemos informações mais relevantes como o fato de saber que o jornalista se sente mais que satisfeito hoje em sua vida, trabalhando na CNN. Revelou que foi mal aluno e disse ainda que sua filhota nos lê, fofa!!! rs

Enfim, fugimos do convencional e perguntas que estão quase que diariamente sobre Gottino na mídia e tentamos até ser mais 'invasivos' em sua vida íntima, veja o que ele nos respondeu: 

Reprodução/Internet
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FeFala: Boatos que sua saída da Record foi indigesta. O que de fato aconteceu pra você não renovar o seu contrato com a Record e ir para a CNN?

Gottino: Um convite para um novo projeto. Novos ares e uma outra área de atuação. Foi um convite especial para um projeto especial. E estou muito feliz de participar disso, com resultados incríveis. Já sou o apresentador com mais horas ao vivo no canal. Mais de 200 horas ao vivo em dois meses de canal.


FeFala: O fato do CEO da CNN Douglas Tavolaro ter trabalhado na Record, ajudou sua ida à CNN? Como é a sua relação com o Tavolaro hoje?

Gottino: Sem dúvida. Ele me convidou pra participar desse projeto porque nós nos conhecemos bem e ele confia no meu trabalho. O time dele é muito bom, com Leandro Cipoloni, Virgilio Abranches, Américo Martins. Era um convite irrecusável.

  

FeFala: Você tinha um público específico com o programa "Balanço Geral", que além do jornalismo, havia o quadro "Hora da Venenosa" com as fofocas dos famosos dada pela Fabíola Reipert e hoje seu público é o oposto disso. Está satisfeito com tamanha mudança ou sente um pouco de falta dessa coisa mais 'popular'?

Gottino: Estou muito satisfeito com o que estou fazendo e o fato de alcançarmos a liderança em vários momentos como eu fazia antes na TV aberta, me coloca entre os poucos apresentadores de TV que já conseguiram isso. Alcançar a liderança na TV aberta e na TV Fechada. 


FeFala: A CNN apostou em você como um dos destaques da emissora, mas logo de estreia, surgiu aquele 'imprevisto' com a advogada Gabriela Prioli, o que deu uma grande visibilidade a ela, que até então, era desconhecida. Isso te abalou profissionalmente falando? Vocês 'apararam as arestas' por definitivo?

Gottino: Bom você ter perguntado. Hoje as pessoas perceberam que o debate provoca esses questionamentos, esses embates, essas discussões. Mas o que aconteceu ali foi exatamente por ter sido tudo muito novo para todos nós. Conversamos depois e continuamos trabalhando na mesma emissora. O mediador faz os questionamentos, coloca os temas, faz as provocações necessárias. Aprendemos muito com tudo aquilo. 


FeFala: Essa história que Rede Globo não cita o nome da CNN (apesar que citou recentemente no JN,) é uma suposta rixa saudável ou há isso mesmo por parte da concorrente? Por quê? 

Gottino: Sinceramente eu não sei. Quem faz jornalismo sério cita. Acredito que eles vão citar, como você disse, já estão citando. Até porque a CNN veio pra trazer notícias em primeira mão. O time é muito forte. Ainda vamos trazer muita notícia exclusiva que vai pautar o noticiário. 


FeFala: Você tem dois programas na CNN, o 'CNN Novo Dia' e do 'CNN 360º'. Isso já estava previsto desde a sua contratação ou você cresceu em cima desse novo formato e acabou conquistando mais espaço?

Gottino: Sim já estava tudo programado. Será por um tempo. A Pandemia mudou um pouco os planos mas quando tudo voltar ao normal a gente vai conversar pra ver como ficaremos. Eu adoro fazer os dois jornais. Um é bem diferente do outro. 


FeFala: Há uma forte preferência política bolsonarista da sua parte como vemos. O que você acredita desse governo? Tem concordado com as declarações do nosso presidente ultimamente em relação ao distanciamento social devido a Covid-19?

Gottino: Me permita discordar do início da sua pergunta. Não tenho inclinação política no meu trabalho. Muito pelo contrário. Minha bandeira é o jornalismo. E sabe por que sei que estou no caminho certo? Porque tem dia que acreditam que sou de direita, tem dia que acreditam que sou de esquerda. As críticas que recebo dos dois lados mostram que estou exatamente no meio. Isso se chama imparcialidade. Para ter êxito nessa área como âncora, não posso ter lado, minha postura e minha ética tem que falar mais do que minhas convicções pessoais.


FeFala: Agora quero entrar na sua intimidade - levando em consideração que o nome do blog é "FeFala". Com quantos anos perdeu a sua virgindade? Como foi? 

Gottino: Sério isso? Já faz tanto tempo que não lembro. E minha filha frequenta seu blog. Kkkkkk


FeFala: Foi um bom aluno? Deu trabalho para seus pais? Foi um menino levado na infância?

Gottino: Fui mal na escola até a oitava série. ( Borges Vieira) Passava raspando. Sempre estudei em escola pública. Hoje seria a nona. Depois no primeiro ano do ensino médio comecei a ir muito bem. Na época chamava de colegial. Colégio Estadual Américo de Moura. Peguei gosto por estudar e fui pra faculdade fazer jornalismo.

 
FeFala: Considera-se um jornalista de sucesso? Há algo que ainda não conquistou e sonha? O quê, por exemplo?

Gottino: Me considero uma pessoa comum, que gosta de trabalhar, gosto do que faço e tento fazer da melhor maneira possível. Estou realizando um sonho nesse momento, trabalhando na CNN. Profissionalmente estou realizado. Pessoalmente ainda tenho sonhos pessoais, lugares pra conhecer e histórias pra contar. 

Reprodução/Internet
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